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O que é Big Data? Conheça essa tecnologia de monitoramento

Redes sociais, GPS, telefones celulares e a popularização dos mais diversos dispositivos móveis foram o estopim para o início desse serviço. O Big Data é uma tecnologia que reúne uma quantidade inimaginável de dados digitais e os cruza, aumentando a possibilidade de ganhos com o uso dessas informações. De acordo com especialistas, o Big Data analisa informações em variedade, volume e velocidade como nunca antes se viu.

Com Big Data, empresas podem cruzar dados e ter maior eficiência (Foto: Divulgação)
Com Big Data, empresas podem cruzar dados e ter maior eficiência (Foto: Reprodução)

A grande novidade da tecnologia Big Data é trabalhar com dados não-estruturados, que dependem de um contexto para serem entendidos. Esse tipo de informações são tweets, comentários no Facebook e vídeos, por exemplo, e representam 85% das informações com as quais as organizações lidam atualmente.

Em reportagem do jornal O Globo, o executivo de operações da EMC, Pat Gelsinger, afirmou que o mercado global de Big Data já movimenta US$ 70 bilhões por ano, e a tendência é que tenha um crescimento de quase 40% até 2015. No Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, pesquisadores publicaram um artigo em que acreditavam que esse tipo de software pode ajudar a solucionar problemas econômicos, justamente porque o Big Data traz eficiência às empresas.

Aliás, a tecnologia chega cada vez com mais força também no Brasil. A loja de departamento Renner usa a tecnologia para monitorar o fluxo de mercadorias de suas filiais em todo o país, o que é feito em tempo real. Com o Big Data é possível cruzar os dados de localização dos caminhões com o nível de estoque das lojas e ainda reorganizar a mercadoria entre as lojas com base em dados meteorológicos, por exemplo. Além de acompanhar os comentários sobre seus produtos nas redes sociais.

O Big Data permite analisar qualquer tipo de informação digital em tempo real. Atualmente circulam pela rede cerca de 1,8 zettabyte, a previsão é que em 2015 esse número chegue a incríveis 7,9 zettabytes. Um zettabyte é igual a 1.000.000.000.000.000.000.000 bytes – isso mesmo, um número inimaginável!

Fundamental para a tomada de decisões, esse tipo de software poderia até evitar assaltos, já que são capazes de analisar imagens. Assim, o Big Data poderia monitorar as câmeras da cidade, entender padrões que antecedem assaltos e outros crimes e chamar a polícia antes que os bandidos cometam de fato o delito. Apesar desse cenário à la “Minority Report”, Patrícia Florissi, da EMC, diz que ainda falta bastante tempo para que a tecnologia seja usada dessa forma.

A própria EMC está construindo no Parque Tecnológico da UFRJ um centro de pesquisa exclusivamente para o desenvolvimento de Big Data. A companhia promete investir R$ 100 milhões nos próximos dois anos. A previsão é que a unidade fique pronto em 2014, empregando 35 pesquisadores.

Com polêmicas cada vez mais recentes sobre privacidade na Internet, através do Big Data já há empresas cruzando dados para descobrir que há maior probabilidade do consumidor de Gatorade comprar laxante, por exemplo. Isso ajuda as corporações a se organizarem, mas também tira a privacidade do consumidor – mas isso é outro assunto.

Fonte: TechTudo

 

Cisco prepara switch de rede com diferenciais para enfrentar os desafios da próxima década

 

A Cisco apresentou ontem durante o Cisco Live, conferência anual de TI e comunicações da empresa, que ocorre esta semana em Las Vegas (EUA), diversas inovações dentro de seu carro-chefe Catalyst(R) 6500 Series Switches, os switches de rede mais implementados do mundo. Essas inovações preparam a infraestrutura de rede dos clientes para o crescimento constante de dispositivos conectados, aumento do tráfego de vídeo, modelos de negócios de computação em nuvem e forças de trabalho cada vez mais móveis.

Com mais de 500 patentes, o Catalyst 6500 tem sido o verdadeiro padrão de plataforma de switch do setor no centro das redes de campus, data center, WAN, e Metro Ethernet desde o seu lançamento em 1999, e tem uma base instalada de $ 42 bilhões, quase 700.000 sistemas/110 milhões de portas implementadas e mais de 25.000 clientes em todo o mundo. Há anos a plataforma vem estabelecendo o nível de liderança do produto, escala de implementação e nova inovação no setor de redes. O Catalyst 6500 liderou a primeira transição de porta da indústria que passou da velocidade Fast Ethernet para Gigabit Ethernet e depois para Ethernet de 10 Gigabits. Em novembro de 2010, ele foi o primeiro switch modular a apresentar uma interoperabilidade de Ethernet de 40 Gigabits. O recém-renovado Catalyst 6500 dá continuidade a este legado de inovação com mais lançamentos do setor, com o total suporte para IPv4 e IPv6 na plataforma de hardware do switch, nova capacidade de virtualização de rede, um conjunto compreensivo de módulos de serviços integrados L4-7, e monitoramento da performance e da visibilidade do novo aplicativo com a implementação totalmente renovada do NetFlow.

A parte central da renovação é o lançamento do Cisco Catalyst 6500 Series Supervisor Engine 2T, um produto de 2 terabits que libera 80 gigabits por segundo por slot, novos produtos da linha 10 gigabits e 10 gigabits Ethernet com vários recursos, e a próxima geração de serviços sem fronteiras que fornecem nova capacidade de mobilidade, segurança, análise de rede e balanceamento de carga.

A nova plataforma aumenta em três vezes a capacidade de produção do Catalyst 6500, de 720 Gbps para 2 Tbps. Ela também pode quadruplicar o número de dispositivos ou de usuários que podem ser conectados na rede. Por exemplo, um único Catalyst 6500 agora aceita até 10.000 dispositivos móveis.

Todos os novos produtos das linhas Supervisor de 2 Tbps são compatíveis com  os modelos do Cisco E-Series, com mínima intervenção da infraestrutura existente do Catalyst 6500 E-Series. Esta compatibilidade evita a necessidade de troca e substituição, que prejudiquem o tempo de operação da rede do cliente e exijam pessoal, despesas e tempo extra.

Outros destaques e novidades do setor

  • Mais de 200 novos recursos técnicos acrescentados ao Cisco IOS(R) Software para atender às crescentes demandas de segurança, mobilidade, aplicação, voz/vídeo e virtualização. Incluindo: Serviços Avançados de Segurança com a total implementação do Cisco TrustSec(R), incluindo o MacSec baseado em hardware para sigilo e integridade dos dados com classificação de fio; Tagging de Grupo de Segurança; e Controle de Lista de Acesso ao Grupo de Segurança. O único Tagging do Grupo de Segurança de 3 Níveis Catalyst 6500 Supervisor 2T viabiliza a interoperabilidade e a interconexão altamente segura das redes dispersas geograficamente. Serviços de Virtualização de Rede Escalonável VRF-LiteMPLS, e VPLS baseado em hardwarenativo, bem como MPLS através de GRE estão disponíveis com velocidades de interfaces completas.
  • Módulos de serviço da próxima geração. Novos módulos L4-7 de mobilidade, segurança, análise de rede e balanceamento de carga viabilizam que os clientes reduzam o número de dispositivos L4-7 na rede a ser gerenciada, melhorando a eficiência da energia e reduzindo a emissão de carbono.
  • Tecnologia que facilita a transição para IPv6. Sem penalizar a performance geral do sistema, o novo Supervisor 2T inclui muitas tecnologias que facilitam a transição de IPv4 para IPv6. O Catalyst 6500 também é a primeira plataforma a oferecer recursos IPv6 First Hop Security (como de varredura de dispositivo, Neighbor Discovery Protocol Inspection e limites de endereço por porta IPv6) para que os clientes continuem a aumentar suas redes com uma grande garantia de segurança durante a transição para IPv6.
  • Primeiro suporte nativo de tecnologias que simplifica os limites LAN/WAN para os provedores de serviço e clientes. Estas tecnologias, chamadas suporte Virtual Private LAN Services e Bridged Domain Technology, viabilizam o provisionamento rápido e flexível, porque a largura de banda do serviço não está ligada à interface física. O suporte nativo pode reduzir substancialmente o custo e melhorar muito a performance desta tecnologia padronizada comprovada.
  • Primeira plataforma a oferecer sistema compreensivo e multiprotocolo NetFlow. Para ajudar os clientes que queiram aumentar a precisão do planejamento da capacidade e da alocação de recursos, a Cisco adicionou suporte Flexible and Sampled NetFlow para monitoramento aprimorado e granular de IPv4, IPv6, multicast e de tráfego MPLS. Esta novidade proporciona um aumento quadruplicado – para até 1 milhão – do número de entradas NetFlow que podem ser mantidas.
  • Aprimoramentos que garantem uma experiência de vídeo superior. Enquanto a técnica “multicast” de comunicação através da infraestrutura de IP tenha ficado cada vez mais importante para as transmissões de dados e de vídeo do mercado, a escalonabilidade do roteamento de multicast tem sido um problema constante. Para abordar isso, o Cisco Supervisor Engine 2T proporciona um aumento de até 16 vezes da escalonabilidade do roteamento de multicast. Ele também oferece grandes melhorias na forma como o Catalyst 6500 transfere automaticamente o tráfego multicast apenas para os links que os tenham solicitado. Chamados de IGMPv3 e MLDv2 Snooping, estes aprimoramentos ajudam a garantir que o multicasting não traga uma carga desnecessária para o dispositivo hospedeiro, e são especialmente úteis para aplicações de multicast de IP com grande consumo de largura de banda como IPTV.

Disponibilidade
O novo Catalyst 6500 Series já está disponível. As configurações 2T  podem oferecer a menor relação preço/performance, com a oferta de uma redução de preço de 20 a 30 porcento sobre a geração Supervisor Engine 720 anterior, e até quadruplicar a escalonabilidade, triplicar a performance e um conjunto incomparável de recursos do setor. Ele é entregue com suporte imediato das ferramentas de gerenciamento de rede como Cisco Prime(TM) e Data Center Manager.

Fonte: www.profissionaisti.com.br

Dia mundial de teste do IPv6 acontece semana que vem

Com o esgotamento iminente de endereços IPv4, a troca para IPv6 é algo importante que provedores de acesso do mundo todo devem se preocupar. A previsão é de que até o final do ano os endereços já tenham esgotado, o que torna a transição obrigatória. Para divulgar esse problema a ISOC criou o World IPv6 Day, que é um dia para todos os provedores, servidores e usuários em geral testarem a compatibilidade com o novo endereçamento.

Agendado para a semana que vem, mais precisamente no dia 8 de junho, o World IPv6 Day vai servir para medir quão eficaz é o IPv6, pois ao ativar o protocolo em larga escala os provedores de internet e servidores de grandes portais ao redor do mundo vão gerar um tráfego de dados maior do que o atual e que pode ser mensurado e analisado com precisão.

Leia maisA tabela de IPv4 terminou de ser alocada. E agora?
Leia maisTudo o que você precisa saber sobre a chegada do IPv6

Lá foram grandes empresas da web como o Google, Facebook e Yahoo já confirmaram participação. Aqui no Brasil, apenas o portal Terra havia confirmado, mas desde então já entraram na lista o Nomer, o Campus Party e até o IG, que conseguiu comprar o domínioIPv6.com.br em meados de 1999 e o colocou recentemente no ar, com uma página de informações.

Se você quer participar da brincadeira no dia, saiba como conseguir um IPv6 de graça para testar e como configurá-lo nesse outro post.

Por: Rafael Silva via TecnoBlog