O que é fotografia panorâmica

fotografia panorâmica, também conhecida como fotografia de grande formato, é uma técnica especial que reúne múltiplas imagens em conjunto a partir da mesma câmera. O objetivo é formar uma fotografia única e abrangente (vertical ou horizontal).

O termo “panorama” significa literalmente “tudo à vista” (em tradução do grego). O nome foi dado por pintores que queriam capturar uma ampla visão de uma paisagem, e não apenas uma determinada parte dela.

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Você mesmo pode tentar o formato panorâmico, basta mover a cabeça lentamente de um ombro ao outro imaginando que você está tirando uma série de fotos. Se você fosse colocar cada uma dessas fotos uma após a outra, você terá uma imagem aproximadamente panorâmica.

História

As primeiras fotografias panorâmicas foram feitas simplesmente alinhando as versões impressas do filme, que não saíram muito boas, porque era quase impossível alinhar perfeitamente as fotografias.

Com a invenção do computador, os avanços em software e fotografia digital, ficou muito mais fácil unir imagens digitais em conjunto, utilizando um programa especializado.

De fato, com a técnica de fotografia panorâmica e equipamentos adequados, é possível criar panoramas perfeitos em resoluções extremamente altas. Alguns fotógrafos unem até mesmo centenas de pontos de imagens de alta resolução para criar gigantescos panoramas ”giga pixel”.

Hoje, a fotografia panorâmica digital é bastante popular e comum não só entre os fotógrafos de paisagem, mas também entre os amadores.

As panorâmicas mais caras

A fotografia panorâmica pode ser bastante complexa e cara, dependendo do que você está tentando fazer.

Por exemplo, a criação de panoramas fotográficos na arquitetura exige uma câmera e lente que devem ser devidamente calibrados em equipamentos panorâmicos especiais para evitar as distorções e os pontos impróprios de objetos próximos.

Ao mesmo tempo, você pode conseguir tirar fotos grandes de paisagem panorâmica sem investir em qualquer equipamento de fotografia, desde que você saiba como fazê-lo.

Os tipos mais conhecidos de fotografias panorâmicas são:

1) Panorâmicas de grande ângulo – é uma fotografia grande angular que cobre menos de 180 graus, seja horizontal ou vertical. Panoramas de grande angulo podem até se parecer com imagens regulares, exceto que eles são costurados a partir de várias fotografias e, portanto, teria mais resolução.

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2) Panorâmicas de 180 graus - panoramas que cobrem 180 graus da esquerda para a direita. Estes tipos de panoramas são largos, cobrindo uma grande área.

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Panorama 180º (Foto: Reprodução).

3) Panorâmicas de 360 ​​graus - panoramas que cobrem até 360 graus em torno do eixo de rotação. Esses panoramas possuem um olhar extremamente amplo e cobrem toda a cena em uma única imagem muito grande.

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Panorama 360º (Foto: Reprodução).
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Panorama planeta (Foto: Reprodução).

4) Panorâmicas esféricas - também conhecidas como ”planetas”. Estes são panoramas de 360 ​​graus que são convertidos em uma imagem  esférico utilizando um software especial.

Nas câmeras populares, a lente mais adequada para esse tipo de fotografia é a grande-angular. Para panorâmicas de 90º a 180º, os melhores resultados podem ser obtidos com lentes de 28 mm. Por outro lado, imagens em 360º tornam-se mais fáceis com lentes de 8 mm.

Lentes normais (50 mm) não obtém grande riqueza de detalhes nem qualidade. Para obter precisão é necessário um tripé e uma sobreposição de 25 a 40% sobre cada imagem.

 

Matéria retirada de TechTudo por Flávio Renato

O que é Big Data? Conheça essa tecnologia de monitoramento

Redes sociais, GPS, telefones celulares e a popularização dos mais diversos dispositivos móveis foram o estopim para o início desse serviço. O Big Data é uma tecnologia que reúne uma quantidade inimaginável de dados digitais e os cruza, aumentando a possibilidade de ganhos com o uso dessas informações. De acordo com especialistas, o Big Data analisa informações em variedade, volume e velocidade como nunca antes se viu.

Com Big Data, empresas podem cruzar dados e ter maior eficiência (Foto: Divulgação)
Com Big Data, empresas podem cruzar dados e ter maior eficiência (Foto: Reprodução)

A grande novidade da tecnologia Big Data é trabalhar com dados não-estruturados, que dependem de um contexto para serem entendidos. Esse tipo de informações são tweets, comentários no Facebook e vídeos, por exemplo, e representam 85% das informações com as quais as organizações lidam atualmente.

Em reportagem do jornal O Globo, o executivo de operações da EMC, Pat Gelsinger, afirmou que o mercado global de Big Data já movimenta US$ 70 bilhões por ano, e a tendência é que tenha um crescimento de quase 40% até 2015. No Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, pesquisadores publicaram um artigo em que acreditavam que esse tipo de software pode ajudar a solucionar problemas econômicos, justamente porque o Big Data traz eficiência às empresas.

Aliás, a tecnologia chega cada vez com mais força também no Brasil. A loja de departamento Renner usa a tecnologia para monitorar o fluxo de mercadorias de suas filiais em todo o país, o que é feito em tempo real. Com o Big Data é possível cruzar os dados de localização dos caminhões com o nível de estoque das lojas e ainda reorganizar a mercadoria entre as lojas com base em dados meteorológicos, por exemplo. Além de acompanhar os comentários sobre seus produtos nas redes sociais.

O Big Data permite analisar qualquer tipo de informação digital em tempo real. Atualmente circulam pela rede cerca de 1,8 zettabyte, a previsão é que em 2015 esse número chegue a incríveis 7,9 zettabytes. Um zettabyte é igual a 1.000.000.000.000.000.000.000 bytes – isso mesmo, um número inimaginável!

Fundamental para a tomada de decisões, esse tipo de software poderia até evitar assaltos, já que são capazes de analisar imagens. Assim, o Big Data poderia monitorar as câmeras da cidade, entender padrões que antecedem assaltos e outros crimes e chamar a polícia antes que os bandidos cometam de fato o delito. Apesar desse cenário à la “Minority Report”, Patrícia Florissi, da EMC, diz que ainda falta bastante tempo para que a tecnologia seja usada dessa forma.

A própria EMC está construindo no Parque Tecnológico da UFRJ um centro de pesquisa exclusivamente para o desenvolvimento de Big Data. A companhia promete investir R$ 100 milhões nos próximos dois anos. A previsão é que a unidade fique pronto em 2014, empregando 35 pesquisadores.

Com polêmicas cada vez mais recentes sobre privacidade na Internet, através do Big Data já há empresas cruzando dados para descobrir que há maior probabilidade do consumidor de Gatorade comprar laxante, por exemplo. Isso ajuda as corporações a se organizarem, mas também tira a privacidade do consumidor – mas isso é outro assunto.

Fonte: TechTudo

 

Yamaha disponibiliza cursos de áudio pelo país

A partir de abril a Yamaha começa a oferecer workshops e cursos de diversos temas ligados ao áudio profissional por todo o Brasil. A cada mês um estado e região diferente receberão os cursos e workshops.
 (divulgação)
Workshops relacionados a Mixers Digitais e aulas básicas e avançadas de diversos equipamentos poderão ser visitados no Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Recife, Paraíba, Ceará e Goiás. Todo o evento será ministrado e lecionado por especialistas em áudio da Yamaha.

Até novembro de 2012 a Yamaha estará promovendo esses eventos. As inscrições podem ser feitas através do link http://br.yamaha.com/pt/support/ydacc/workshops/. Mais informações quanto as datas também poderão ser acessadas no link, porém estão sujeitas a mudanças.

Epson lança óculos futurista que reproduz filmes e imagens

Epson lançou o Moverio BT-100, um óculos projetor que permite ao usuário assistir vídeos diretamente nos seus olhos, sem a necessidade de telas. O aparelho é capaz de projetar filmes, imagens e até mesmo sites para ambos os olhos, fazendo com que a imagem apareça em uma resolução equivalente a uma tela de 80 polegadas posicionada a cinco metros da sua vista.

Epson Moverio BT-100, o óculos futurista da Epson, custa em torno de R$ 1.200. (Foto: Reprodução)

As imagens, no entanto, têm uma tonalidade praticamente transparente, o que possibilita que o usuário, ao mesmo tempo em que vê os seus filmes, possa estar de olho em tudo que está ao seu redor. O óculos tem compatibilidade com uma grande variedade de arquivos e lê até mesmo arquivos em 3D.

 

Moverio tem 1 GB de memória interna, mas suporta cartões de memória microSD de até 32 GB de armazenamento e possui conexão com dispositivos Android. Além disso, o gadget inclui um controle remoto que funciona com tecnologia Wi-Fi.

O melhor de tudo é que este não é mais apenas um daqueles projetos conceituais que encantam o público mas não vão para as lojas. Os óculos futuristas já estão à venda, por US$ 699 (em torno de R$ 1.200) no site oficial da Epson.

Via: TechTudo

Câmera mais rápida do mundo mostra luz em câmera lenta

1 trilhão fps

Cientistas do MIT, nos Estados Unidos, criaram uma filmadora tão rápida que até a luz pode ser vista se movimentando em câmera lenta.

A câmera captura imagens a uma velocidade de 1 trilhão de quadros por segundo.

Isto é suficiente para filmar a luz atravessando uma garrafa de refrigerante, como que “enchendo a garrafa de luz”, com alguns raios caminhando de volta para o fundo da garrafa depois de refletirem-se na tampinha .

câmera mais rápida do mundo até agora atingia 6 milhões de quadros por segundo, usando raios lasers e sem usar um CCD.

A nova câmera também não tem quase nenhuma similaridade com as filmadoras tradicionais – ela é baseada em uma nova tecnologia chamada câmera de listras.

Câmera elétrica

A abertura da câmera super rápida, por onde os fótons entram, é uma fenda muito estreita.

Após a fenda, os fótons passam por um campo elétrico que os faz virar na direção perpendicular à fenda.

Como o campo elétrico varia muito rapidamente, ele deflete menos os fótons que chegam primeiro, e mais os fótons que chegam logo depois.

Assim, a câmera produz uma imagem que é bidimensional, mas apenas uma das dimensões é espacial – a dimensão correspondente à direção da fenda.

Câmera de 1 trilhão de quadros por segundo mostra luz em câmera lenta

Imagens superpostas da face esférica das ondas de luz refletidas pelas superfícies que estão sendo filmadas – este é um dos quadros da filmagem da câmera de 1 trilhão de quadros por segundo. [Imagem: Ramesh Raskar/MIT]

A outra dimensão, correspondente ao grau de deflexão dos fótons, corresponde ao tempo.

Assim, a imagem representa o tempo de chegada dos fótons passando através de uma fatia unidimensional do espaço.

O resultado é que a imagem capturada em cada exposição corresponde a apenas uma faixa da cena – ou uma linha vertical de pixels.

Câmera de listras

Essa estranha, mas rapidíssima câmera, será muito útil em química e biologia, em experimentos que observam a luz que atravessa ou que é emitida por uma amostra.

Como, nesses casos, os cientistas estão interessados nos comprimentos de onda da luz que a amostra absorve, ou como a intensidade da luz que a amostra emite varia ao longo do tempo, o fato de que a câmera registra apenas uma dimensão espacial é irrelevante.

Mas é possível também capturar imagens completas de uma cena, desde que seja uma cena estática.

Para isso, a captura de cada imagem deve ser repetida inúmeras vezes, deslocando ligeiramente a câmera para que ela capture uma linha vertical de pixels a cada exposição – é daí que vem o nome da tecnologia, câmera de listras.

Por exemplo, a luz entra e sai da garrafa de refrigerante em cerca de 1 nanossegundo, mas leva cerca de uma hora para coletar todos os dados necessários para fazer o filme.

 

 

 

Via: Inovacao Tecnologica